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quinta-feira, 21 de maio de 2009

As catedrais de Notre-Dame e São Pedro comparadas por uma grã-duquesa russa

Notre-Dame, nave central
No século XVIII, a grã-duquesa da Rússia Maria Feodorovna fez sua viagem de bodas na Europa Ocidental com seu esposo, o futuro imperador Paulo I da Rússia. O casal viajava de “incógnito” ‒ quer dizer, não oficialmente ‒ e usava os nomes de Conde e Condessa du Nord. A baronesa de Oberkirch, nobre francesa que escreveu Memórias famosas, ia junto como dama de companhia.

A grã-duquesa russa ‒ que era cismática ‒ comparou a Basílica de São Pedro e a catedral de Notre-Dame. A baronesa de Oberkirch recolheu o comentário:

quinta-feira, 7 de maio de 2009

O gótico é fruto de séculos de pregação dos santos

Asís

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Quando há uma sociedade que vive em uníssono, e que deseja muito uma mesma coisa, aparecem os artistas que, imbuídos do mesmo desejo, fazem o que a sociedade quer.

A obra de arte é uma consonância de um homem, ou de alguns homens, dotados de um talento especial para fazer o que a sociedade deseja.

Então, quem fez o gótico?

A prática da religião assídua, séria, reta, por séculos, levou as almas a desejarem o gótico.

Em certo momento, quando o artista primeiro, que não se sabe qual é, começou a desenhar o gótico, todo o mundo disse: “É mesmo!”

E o gótico se espalhou pelo mundo inteiro. É que ele era o desejado.