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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Majestade, força e seriedade: a catedral de BREMEN

A catedral de Bremen tem qualquer coisa de majestoso, de forte e de sério, que lembra um dos aspectos da Igreja Católica: Sua divina severidade.

Cada igreja, quando é bem construída, espelha um aspecto da “alma” da Religião Católica.

E na catedral de Bremen está expressa a solidez e a severidade da Igreja Católica.

Duas lindas torres, muito altas com o mesmo jogo do verde que se repete em cima.

Como efeito ótico, a Catedral tem duas simetrias; uma se perde meio no céu, e a outra é da pedra destacado pelo verde.

São dois golpes de vista distintos que coincidem no mesmo edifício.

E o atarracado e o severo está na parte central do edifício que fica como que esmagada entre as duas torres.

As torres cravam o pé no chão como que diz:

“É isso mesmo! E eu não só afirmo que é isso e finco o pé no chão, mas levanto a cabeça.

“E com toda a altura da minha estatura te olho, ó transeunte, para te dizer que a Igreja nunca muda, que a Igreja não passa, que Ela é eterna, e que tu tens que olhar com respeito para a severidade dos princípios que Ela enuncia.”

Um dos aspectos da sabedoria consiste nessa catadura, toda de pedra.

O tempo passa mas ela não muda, as pedras não mudam.

A Catedral tomou consistência ao embate de mil tempestades; ela tem uma conaturalidade com a tempestade.

Ela entra numa discrepância harmônica com o corpo de edifício vizinho.

É o maravilhoso da severidade, do combativo, do altaneiro, ao lado do maravilhoso do delicado, do gracioso, do harmonioso, do flutuante.

Interior da catedral: maravilhosa, delicada, graciosa, harmoniosa, flutuante.
São duas formas diversas de maravilhoso, que juntas constituem pelo seu próprio contraste, uma só, única e harmoniosa maravilha.

Esta é uma das mil maravilhas da Europa antiga que o espírito progressista procura de todos os modos insultar, e que certos tratadistas de arte e de história procuram desvirtuar.


Sinos da catedral de São Pedro, BREMEN, Alemanha :

(Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, 14.8.67, não revisto pelo autor)

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