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Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
Após os horrores revolucionários da Revolução Francesa e as não menos revolucionárias nem menos sangüentas guerras de Napoleão, os príncipes legítimos da casa de Bourbon, retornaram a Paris.
O primeiro em entrar na antiga capital do reino, foi o Conde de Artois ‒ futuro Carlos X ‒ irmão caçula do decapitado rei Luis XVI.
A entrada do Conde de Artois em Paris foi um episódio de fábula.
Se não fosse o caráter pagão das “Mil e uma Noites”, a gente diria uma fábula das “Mil e uma Noites”.
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| Entrada do conde de Artois em Paris |
Tendo, ao mesmo tempo, uma atitude paternalíssima em relação ao povo.
E o povo notou essa paternalidade e ficou encantado, chegou a abraçar os cavalos dele, não sem algum perigo do cavalo de repente dar um coice.
E o Conde de Artois avançava sem se perturbar, enquanto o povo abria caminho.
O povo da Áustria fica simplesmente derretido e emocionado quando um arquiduque da casa imperial volta, depois de uma longa perseguição.
É a volta de um pai inocente.
No caso da França não.
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| Nossa Senhora, Reims |
No fundo os corações do povo de Paris pensavam no toque dos sinos da Catedral de Reims quando era coroado um rei da França.
Eles batiam pensando na cerimônia da coroação, uma das mais belas cerimônias da Cristandade.
A catedral de Reims é a catedral feita pela França monárquica para prestar culto ao representante temporal de Deus na Terra.
(Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, 31/3/95. Sem revisão do autor)
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