Outras formas de visualizar o blog:
Mostrando postagens com marcador Espanha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Espanha. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de abril de 2025

Faça uma visita virtual à Catedral de SANTIAGO DE COMPOSTELA

Veja vídeo


A história da catedral de Santiago de Compostela começou pelo ano 813, quanto um eremita de nome Pelayo e alguns pastores se depararam com uma estranha luminosidade.

Aquela misteriosa luz se espalhava sobre um pequeno bosque perto de um morro chamado Libredón. A paisagem, em certos momentos, ficava tão clara que se parecia a um campo estrelado (Campus Stellae = Compostela).

Teodomiro, o bispo local, informado do estranho fenômeno, soube que a luz focara no chão uma antiga arca de mármore. Nela se teria encontrado os restos humanos que se dizia pertencer ao Apóstolo Santiago.

Segundo uma história antiga o Apóstolo decidiu evangelizar a Espanha, mas foi decapitado pelo rei Herodes Agripa na Palestina.

O corpo dele, então, foi lançado ao mar num barco no porto de Jaffa. Sem tripulação, sem leme, soprada só pelo vento, a nau aportou nas costas da Galícia, que os romanos chamavam de Finis Mundi.

Recolhida da praia, a arca fora enterrada num “compostum”, quer dizer um cemitério.



Incenso na Catedral de Compostela: o "botafumeiro!



GLÓRIA CRUZADAS CASTELOS ORAÇÕES HEROIS CONTOS CIDADE SIMBOLOS
Voltar a 'Glória da Idade MédiaAS CRUZADASCASTELOS MEDIEVAISORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAISHERÓIS MEDIEVAISCONTOS E LENDAS DA ERA MEDIEVALA CIDADE MEDIEVALJOIAS E SIMBOLOS MEDIEVAIS

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

A catedral de BURGOS: a força e a eternidade de Deus


Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




As torres da Catedral de Burgos, na Espanha, têm um encanto indefinível.

São altaneiras e emulam uma com a outra para galgar o céu.

Todas as paredes da catedral são forradas de quadros que representam cenas da Escritura, ou de vidas de Santos, episódios da História da Igreja, etc.

O teto como é muito bem trabalho e bem pintado. E do mesmo modo as três naves e, no fundo, o altar mor, o púlpito, que ainda se conserva.

A pedra tem uma nobreza intrínseca, que é indefinível e vem da durabilidade, da seriedade, da força.

O trabalho feito sobre a pedra atesta melhor a capacidade não só do estatuário como do escultor.

Por exemplo, numa renda: a renda é bonita, mas uma renda de pedra, como as da catedral de Burgos são mais bonitas que as feitas em tecido ou pintadas.

Não é só o trabalho que deu: é a força e o encanto da pedra que é símbolo da força e da eternidade de Deus.

Entre um feixe de colunas góticas aparecem grades bonitas encimadas por símbolos heráldicos.

O olhar atravessa elementos diversos, que ao mesmo tempo estão em contraste e são agradáveis de ver.

Isso faz o encanto: é uma continuidade na variedade. Há muita continuidade e muita variedade.

Se em lugar de pedra a renda fosse de gesso, teria se tirado moldes, e se teriam feito 500 catedrais com o mesmo trabalho de gesso em 500 cidades de continentes diferentes.

Os senhores estariam olhando para isso essa repetição infindável feita de gesso? Não, já teriam desviado os olhos.

(Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, palestra em 2.9.72. Sem revisão do autor.)


Catedral de Santa Maria de Burgos:
resistência cultural ao Islã e presença de Lúcifer

A catedral e basílica de Santa Maria de Burgos é o templo católico de maior rango no antigo reino de Castela e Leão.

De início foi levantada uma igreja românica em 1075 quando a cidade foi erigida em Sé episcopal pelo rei Afonso VI. Dessa maneira, o monarca deu continuidade canônica à velha diocese de Oca, cujo prelado foi signatário do III Concilio de Toledo, na época visigótica em 589.

O rei queria uma catedral dedicada à Virgem Maria. Para isso, sacrificou o palácio real de seu pai o rei Fernando I e uma pequena igreja também dedicada a Santa Maria.

No século XIII, a catedral tinha adquirido tanta importância que foi necessário construir uma nova catedral.

A nova começou a ser construída em 20 de julho de 1221, seguindo patrões góticos franceses. O estilo teve um significado marcante.

Burgos: entrada lateral.
Burgos: entrada lateral.
Na luta contra o Islã invasor apareceu uma tendência religiosa e cultural “terceira força” que postulava uma síntese impossível entre o invasor muçulmano e o cristianismo: o estilo moçárabe acompanhado de um rito também moçárabe.

Os monges vindos da França trouxeram o gótico para inspirar a resistência da Cruz e o estilo foi um ponto de referência para os heróis da reconquista cristã da península ibérica.

A fachada principal corresponde ao mais puro estilo gótico francês das grandes catedrais de Paris e Reims. No interior, a referência é a Catedral de Bourges.

Os grandes lançadores da catedral foram o rei São Fernando III de Castela e o bispo Mauricio, cabeça da diocese. O primeiro mestre de obras poderia ter sido o cônego francês Johan de Champagne.

As obras avançaram com rapidez e o oficio divino já era celebrado em 1230. Na segunda metade do século XIII e início do XIV foram completadas as capelas das naves laterais e um novo claustro.

No século XV foram feitas as agulhas das torres, o cibório e a Capela dos Condestáveis. Nos séculos seguintes foram acrescentadas admiráveis capelas, como a de Santa Tecla, das Relíquias e a Sacristia.

Importantes restaurações aconteceram nos séculos XIX e XX.

A catedral alberga importantes tesouros religiosos e numerosos sepulcros góticos e renascentistas.

Entre os tesouros se destaca o Santíssimo Cristo de Burgos, imagem de tradição miraculosa e objeto de grande devoção.

Também acolhe o túmulo do famoso herói medieval contra os mouros El Cid Campeador e de sua esposa Dona Ximena.

O “Papamoscas”


O 'Papamoscas' da catedral de Burgos.
O 'Papamoscas' da catedral de Burgos.
O universo medieval incluía todos os aspectos da existência até os mais surpreendentes.

Na catedral de Burgos há um exemplo: o autómato articulado conhecido como “Papamoscas” – literalmente engole moscas – humanoide de rasgos mefistofélicos que abre a boca e bate o sino das horas.

Segundo a lenda, o rei Enrique III ‘El Doliente’ ia rezar devotamente todos os dias na catedral mas começou a ser distraído pela presença de uma moça muito bela.

O rei decidiu segui-la e viu que entrava numa velha casona. A cena se repetiu outros dias.

Um dia a moça deixou cair um lenço que o rei devolveu cortesmente. Ela respondeu com um doce sorriso e saiu. Mas, após atravessar a porta, o rei ouviu uma lancinante exclamação.

A moça nunca mais voltou. O rei procurou se informar e soube com certeza que na casona onde ele a vira entrar todos os dias não morava ninguém: todos os donos haviam sido mortos pela peste negra.

O rei ordenou então que um artífice fabricara um relógio para bater as horas na Catedral. O engenho devia reproduzir a fisionomia da moça e soltar um gemido como aquele que ele tinha ouvido.

Mas, o artesão só conseguiu fazer uma figura luciferina que emitia um ruído assustador e, por isso, acabou sendo silenciada. Porém, ainda hoje, abre a boca e “papa as moscas”.








GLÓRIA CRUZADAS CASTELOS ORAÇÕES HEROIS CONTOS CIDADE SIMBOLOS
Voltar a 'Glória da Idade MédiaAS CRUZADASCASTELOS MEDIEVAISORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAISHERÓIS MEDIEVAISCONTOS E LENDAS DA ERA MEDIEVALA CIDADE MEDIEVALJOIAS E SIMBOLOS MEDIEVAIS

terça-feira, 12 de novembro de 2024

Catedral de BARCELONA: do martírio de Santa Eulália, passando pela glória de Lepanto

Fachada neogótica da catedral de Barcelona
Fachada neogótica da catedral de Barcelona
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




A Catedral de Barcelona, na Espanha, está dedicada à Santa Cruz e a Santa Eulália, donzela martirizada pelos romanos.

Histórica e em estilo gótico, ela é a sede do arcebispado da capital catalã.

A catedral foi construída do século XIII ao XV sobre a antiga catedral românica.

Essa, por sua vez, havia sido edificada sobre uma igreja da época visigótica, a qual o fora sobre uma basílica paleocristã.

Situada na altura da cidade, a catedral de alguma maneira a puxa para cima.

No seu martírio, Santa Eulália foi exposta nua no fórum da cidade, mas milagrosamente – pois era primavera – uma nevasca cobriu a sua nudez.

Enfurecidas, as autoridades romanas meteram-na em um barril com vidros quebrados e cravos, e o jogaram ladeira abaixo (na rua Baixada de Santa Eulália, ou encosta de Santa Eulália).

Cripta da catedral de Barcelona
Cripta da catedral de Barcelona
A construção da catedral gótica começou em 1298, sob o reinado de Jaime o Justo, e as obras tardaram 150 anos.

A fachada, de estilo neogótico, só foi iniciada em 1882.

A nova catedral aproveitou da edificação românica as esculturas, o eixo e o deambulatório.

Longa de 90 metros e larga de 40, com três naves da mesma altura, a catedral possui capelas na cabeceira e mais 17 em seu perímetro.

Além das vinte capelas do claustro e da capela de Santa Lúcia, com entrada própria.

Veja vídeo
Santa Eulalia:
catedral de Barcelona.
CLIQUE PARA VER
Há dois campanários em duas torres do século XIII: sobre a entrada de Santo Iu está o sino principal: o Eulália, de três toneladas, que toca as horas, enquanto que o sino Honorata dá os quartos.

A outra torre toca as horas eclesiásticas e tem dez sinos com nomes de santas.

As gárgulas evocam alguns espíritos malignos que cuspiam quando a procissão do Corpus Christi passava.

Ficaram petrificados com formas monstruosas, obrigados a vazar as águas de chuva que caem dos telhados.

A catedral tem ao todo 215 chaves. As maiores ficam na nave principal, têm dois metros de diâmetro e pesam cinco toneladas.

Elas representam Cristo crucificado, Santa Eulália, a Virgem da Misericórdia, a Anunciação, o Padre Eterno rodeado de anjos, etc.

A cripta medieval de Santa Eulália, debaixo do presbitério, é dividida por doze arcos que convergem na imagem da Mãe de Deus com o Menino Jesus colocando a diadema do martírio em Santa Eulália.

Cristo milagroso de Lepanto, na catedral de Barcelona
Cristo milagroso de Lepanto, na catedral de Barcelona
Na capela de Santo Oleguer e do Santíssimo Sacramento, o corpo incorrupto de Santo Oleguer, Bispo de Barcelona, é visível numa urna de vidro.

Sobre ele está o famoso Santo Cristo de Lepanto, uma das imagens mais veneradas.

Trata-se da cruz que ostentava a nau-capitã de Don Juan de Áustria, comandante da frota católica, na batalha decisiva contra os turcos de Lepanto, em 1571.

O crucificado entortou para a direita para esquivar-se de um tiro de canhão turco.

Esse sinal pressagiou a derrota otomana e o miraculoso triunfo cruzado.









GLÓRIA CRUZADAS CASTELOS ORAÇÕES HEROIS CONTOS CIDADE SIMBOLOS
Voltar a 'Glória da Idade MédiaAS CRUZADASCASTELOS MEDIEVAISORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAISHERÓIS MEDIEVAISCONTOS E LENDAS DA ERA MEDIEVALA CIDADE MEDIEVALJOIAS E SIMBOLOS MEDIEVAIS

terça-feira, 26 de março de 2024

Esplendor do gótico e glória da Idade Média

Catedral de Burgos, Espanha
Catedral de Burgos, Espanha
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Gótico! Quanta glória encerra esta expressão!

Quando a Renascença exumou a cultura clássica e rejeitou a civilização medieval, “gótico significava “bárbaro”, grotesco, próprio aos Godos.

Hoje, com o correr dos séculos, a pátina do tempo transformou “gótico” em sinônimo de “glória”.

Glória pelo esplendor da arte que elaborou o arco ogival e rasgou os céus com as torres de catedrais como as de Paris, Chartres e Colônia.

Glória pela civilização que extinguiu a escravidão, converteu os bárbaros, inventou as universidades e construiu os primeiros hospitais.

Catedral de Estrasburgo, França
Catedral de Estrasburgo, França
Glória pela “doce primavera da Fé”, época em que o teólogo e o arquiteto uniram seus talentos para louvar a Deus.

* * *

Se alguém, no entanto, quiser intuir num simples golpe de vista o fulgor dessa glória, basta observar as fotos de nosso post.

O jogo de luzes e sombras realça o imponderável da cena.

Do belo edifício gótico aparecem apenas algumas partes, iluminadas por intensa luz dourada.

As muralhas e as ogivas imergem no mistério.

Capela de Saint Hubert, no castelo de Amboise, Loire, França
Capela de Santo Huberto, no castelo de Amboise, Loire, França

* * *

Construída sobre rocha escarpada às margens do Loire, no jardim da França.

A capela de Santo Huberto lembra o apogeu da Idade Média, embora o castelo a que pertença, Amboise, tenha sido edificado em estilo renascentista.

Apogeu que infelizmente teve breve duração, mas que iluminou o firmamento da História assim como um corisco ilumina a abóbada celeste.

Fixa nesse instante de glória, a capela de Santo Huberto irradia ao longo dos séculos o esplendor da arte gótica!




GLÓRIA CRUZADAS CASTELOS ORAÇÕES HEROIS CONTOS CIDADE SIMBOLOS
Voltar a 'Glória da Idade MédiaAS CRUZADASCASTELOS MEDIEVAISORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAISHERÓIS MEDIEVAISCONTOS E LENDAS DA ERA MEDIEVALA CIDADE MEDIEVALJOIAS E SIMBOLOS MEDIEVAIS

terça-feira, 3 de outubro de 2023

LEÓN: a catedral da Reconquista

Catedral de León, nave central
Catedral de León, nave central
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs









A catedral de LEÓN em todo seu esplendor

A catedral Santa Maria de León é dedicada a Nossa Senhora sob a invocação de Sant Maria de la Regla, também chamada de “Pulchra leonina” pela sua beleza, a mais requintada do antigo reino de Leão.

Construída entre os séculos XIII e XIV, a atual catedral é uma obra-prima do gótico espanhol.

Ela foi construída segundo o modelo do gótico francês em plena guerra de Reconquista para banir os mouros da Península Ibérica.

Nos primórdios conhecidos da História, no local da atual catedral a Legião VII romana apelidada de Gemina construiu termas e prédios públicos.

Tendo progredido a Reconquista da Espanha, os prédios públicos foram transformados em palácio real.

No ano 916, Ordoño II (914-924), rei de Leão, venceu os muçulmanos na batalha de San Esteban de Gormaz.

Em ação de graças a Deus pela vitória, o rei cedeu seu palácio para construir a primeira catedral espanhola.

O bispo Fruminio II consagrou o prédio, no qual repousam até os nossos dias os restos do rei Ordoño II, falecido em Zamora no ano 924.

Altar-mor, detalhe, catedral de León, Espanha
Altar-mor, detalhe, catedral de León, Espanha
A primeira igreja havia sido regida pelos monges de São Bento e não devia diferir muito de outras igrejinhas da época.

O emir islâmico Mohammed ibn-Abi Amir al-Manzor (938-1002) devastou a cidade e suas igrejas.

A velha catedral foi restaurada e nela foi coroado o rei Alfonso V, o Nobre (999-1028). Mas a restauração se impunha.

Fernando I, o Grande (1035-1065), ordenou a construção de uma segunda catedral. Ela deveria ser em estilo românico, mas na prática já foi gótica, feita de tijolo, e consagrada em 10 de novembro de 1073.

Porém, o último rei de Leão, Alfonso IX (1188-1230), dispôs o início da terceira e atual catedral por volta de 1205. Ela só foi concluída no século XV.

A catedral foi objeto de sucessivas restaurações, obras de aperfeiçoamento e expansão até a nossa época, visando conservar esta maravilha arquitetônica.

A fachada do século XIII exibe uma grande riqueza de estátuas e requintada rosácea central, flanqueada por duas torres góticas de 65 e 68 metros de altura.

Nuestra Señora la Blanca, catedral de León
Nuestra Señora la Blanca, catedral de León
No centro, rodeada por uma corte de santos e anjos de refinada elegância, resplende Nuestra Señora la Blanca, a Virgem do doce sorriso.

A nave principal é uma arca de luz. Mede 90 metros de comprimento, 29 de largura e 30 de altura.

O conjunto dos vitrais é único na Espanha: tem uma superfície de 1.200 m2, formando 125 painéis e 57 medalhões. É o mais importante grupo de vitrais da Europa depois dos famosíssimos de Chartres, na França.

O retábulo do altar-mor também está consagrado a Nossa Senhora e é um exemplo da plenitude do gótico no século XV. Foi pintado por Nicolás Francés (v.1390-v.1468).

Ao pé do altar, um relicário de prata conserva as relíquias de São Froilán, padroeiro da cidade.

Numerosas imagens fazem alusão à peregrinação a Santiago de Compostela, pois Leão ficava na estrada.

O pórtico da Virgem também é chamado de “del Dado”, porque certa feita um jogador que perdeu lançou seus dados contra a fronte do Menino Jesus, cuja imagem se pôs a sangrar.

A catedral também guarda sepulturas de altos personagens eclesiásticos e nobiliárquicos, inumeráveis peças de marfim, pinturas, panos e cerâmicas, além de antiquíssimos pergaminhos com mais de um milênio de existência.

A catedral de Leão representou o polo dos guerreiros católicos que não queriam compactuar com o Islã nem aceitar estilos como os dos mozárabes, que misturavam influências islâmicas com cristãs.

Eles apelaram para a cultura francesa, bem como para os monges e cavaleiros dessa mesma origem, conseguindo finalmente banir o invasor.


GLÓRIA CRUZADAS CASTELOS ORAÇÕES HEROIS CONTOS CIDADE SIMBOLOS
Voltar a 'Glória da Idade MédiaAS CRUZADASCASTELOS MEDIEVAISORAÇÕES E MILAGRES MEDIEVAISHERÓIS MEDIEVAISCONTOS E LENDAS DA ERA MEDIEVALA CIDADE MEDIEVALJOIAS E SIMBOLOS MEDIEVAIS