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Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
A catedral de Milão é uma tal obra de arte e tem uma tal importância na História da Igreja Universal que tudo o que toca nela afeta a Igreja Universal.
É uma catedral de uma cidade cuja importância envolve o bem geral da Igreja.
Mas ela não apareceu do nada. Ela de alguma maneira já nasceu nas almas dos primeiros cristãos.
Com efeito, desde o momento da descida do Espírito Santo em Pentecostes até o ponto mais alto da Idade Média, a grande linha geral da Igreja foi de um crescimento contínuo.
Embora houvesse fases de crise, de decadência, essas foram episódicas e sem reflexo na linha geral da História da Igreja.
Os declínios foram seguidos por progressos em que a Igreja cresceu muito em formosura.
Assim, o anseio que palpitava nas almas dos católicos das catacumbas acabou se explicitando enormemente na Idade Média.
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| Altar-mor |
Mas foi necessária uma maturação de muitos séculos para que aquilo que estava no fundo da alma dos primeiros católicos se expandisse e desabrochasse de maneira a dar em maravilhas como a catedral de Milão. Ou do próprio castelo Sforzesco, que se encontra não longe da mesma catedral.
Nessa fase de maturação, a santidade da Igreja foi se manifestando cada vez mais aos olhos do número geral dos fiéis e também aos olhos dos infiéis nesse tempo.
Como resultado, a catedral foi tomando corpo na alma dos católicos, dos artistas, dos engenheiros que fizeram essa maravilha de arquitetura religiosa em Milão.
Em determinado momento a manifestação da Igreja gerou a Civilização Cristã.
Na Idade Média, a Cristandade tornou-se o dom comum de todos os fiéis. E se incorporou, pelo ensino da religião e pela fé, não só às convicções, mas ao subconsciente e às tradições de incontáveis católicos.
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